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Nome do Blog: Cinema com Rapadura
Título do Artigo: Bons filmes ruins…
URL: http://www.cinemacomrapadura.com.br/blog/
. Você com certeza já ouviu falar em algum canto, pessoas
afirmando que para o filme ter qualidade, ele precisa ter um roteiro
inteligente, transmitir lições, possuir uma análise psicológica de
detalhes interessantes. De certa forma, isso não deixa de ser verdade,
porém quero que levante o dedo quem algum dia não se divertiu com algum
filme cujo teor não passa de entretenimento gratuito. Creio que ninguém há
de levantar. Certamente os
filmes inteligentes movem valores diversos, porém são muitos os casos
em que estamos entediados e temos vontade de assistir algo totalmente sem
compromisso apenas para desopilar do tédio e sem ocupar demasiadamente a
cabeça com reflexões. Passar cerca de quase duas horas entretido com
filmes de ação desenfreada, comédia pastelona daquelas cujas piadas beiram
o ridículo, nem sempre é sinônimo de perca de tempo. Chamo isso de
entretenimento de melhor qualidade! Filmes que já enjoaram de passar na Sessão da Tarde
como a infinita série “Loucademia de Polícia” (
foto ), os pirados viajantes do tempo “Bill & Ted”,
as séries clássicas do pastelão como “Corra Que a Polícia Vem Aí”,
“Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu”, “Top Gang”, e a
impagável dupla de imbecis “Debi & Lóide” são exemplos de
produções que já sabemos as piadas de cor de tanto vermos repetidamente,
mas, ainda assim, caímos nas gargalhadas. O mesmo acontece com aqueles
inúmeros filmes de ação de Van Damme, Schwarzenegger, Stallone e cia., que
muitos não passam de um festival de tiros, explosões, socos e chutes, são
facilmente rotulados como “filmes ruins” pelos exigentes de plantão, mas
volta e meia pegamos assistindo-os compenetradamente. Sempre considerei os termos bom e ruim algo
extremamente relativo e dependente, obviamente, do gosto de cada um, do
momento, do local, do humor, e uma série de infinitos fatores. Por isso,
rotular um filme ruim por não passar de um entretenimento gratuito nem
sempre é o que há de mais plausível a se fazer. Comédias bobocas, filmes
de ação sem cérebro, romances água-com-açúcar, podem até não serem
incluídos na lista do chamado “Cinema de Primeira Linha”, mas, uma vez ou
outra, não faz mal a ninguém e ainda proporciona ótimos momentos. Isso eu
garanto! |
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